O poder do jejum (Isaías 58:6-12)
Isaías 58:6-12 descreve o verdadeiro jejum que agrada a Deus, que vai além da abstinência de alimentos e se manifesta em ações de justiça, compaixão e libertação. Este artigo explora o significado profundo dessa passagem, a importância do jejum como ferramenta de transformação pessoal e social, e como podemos aplicar esses princípios em nosso dia a dia.
Isaías 58:6-12 nos apresenta um retrato do verdadeiro jejum, que transcende a mera abstinência de alimentos e se manifesta em ações concretas de justiça e compaixão: “Porventura não é este o jejum que escolhi: que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo e que deixes livres os oprimidos, e despedaces todo o jugo? Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres 1 desterrados? e, vendo o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne? Então romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará, e a tua justiça irá adiante da tua face, e a glória do Senhor será a tua retaguarda. Então clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me 2 aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar iniquamente; E se abrires a tua alma ao faminto, e fartares a alma aflita; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão 3 será como o meio-dia.
E o Senhor te guiará continuamente, e fartará a tua alma em lugares áridos, e 4 fortificará os teus ossos; e serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca faltam. E os que de ti procederem edificarão as 5 ruínas antigas; e levantarás os fundamentos de geração em geração; e chamar-te-ão reparador das roturas, e restaurador de veredas para morar.” Essa passagem nos revela que o jejum que agrada a Deus é aquele que se manifesta em ações de libertação, justiça e compaixão.